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Como vem o Paraná: sem técnico, lanterna e eliminado no Estadual

O adversário do Sampaio na segunda fase da Copa do Brasil, diferente da equipe maranhense, não vive um bom momento. O time foi eliminado ainda na primeira fase do primeiro turno Campeonato Paranaense e teve seu treinador demitido.

O então técnico era Wagner Lopes, que inclusive passou no Sampaio em 2016. Ele havia sido contratado este ano para iniciar o projeto de montagem do elenco para Série A do Brasileiro. Porém, não resistiu ao início ruim do time no Paranaense, com três derrotas, uma vitória e dois empates. O Paraná não se classificou para a semifinal da Taça Dionísio Filho (1º turno) e terminou na lanterna do Grupo A com cinco pontos.

Na própria Copa do Brasil, onde o Paraná chega para enfrentar o Sampaio na segunda fase a classificação foi bem dura. O time sulista avançou em um jogo complicado com um empate no último minuto contra a URT, em Patos de Minas. Seu último jogo foi a derrota de 2 a 0 para o Rio Branco-PR, pela sexta rodada do Paranaense, na última quarta-feira.

O Paraná deve ficar sem um novo treinador até, pelo menos, o jogo contra o Sampaio Corrêa, pela Copa do Brasil, na próxima quinta-feira. Diante da Bolívia Querida, o time será comandado pelo auxiliar-técnico Ademir Fesan, com o auxílio do coordenador técnico, Marcos, ex-golero do Paraná.

2 comentários em “Como vem o Paraná: sem técnico, lanterna e eliminado no Estadual”

  1. Art. 25 – Os clubes e atletas profissionais não poderão, como regra geral, disputar partida em
    competições sem observar o intervalo mínimo de sessenta e seis (66) horas. Este artigo impedirá qualquer realização de jogo que não cumprir o prazo mínimo de 66 hs retirado Regulamento Geral das Competições CBF

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  2. Se o Sampaio quissesse não jogaria Sábado contra o Imperatriz e a Federação que desse seu jeito., pois as competições nacionais prevalecem às competições regionais. Fazer graça pra Federação nunca., primeiro os interesses do Sampaio.

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