Futebol

Jóia maranhense é anunciada pela Chapecoense

Foto: Chapecoense/Divulgação

Jóia maranhense, o atacante Fernandinho tem um novo desafio na carreira. O maranhense de São Luís, do bairro do São Cristóvão, vai atuar na Chapecoense.

O jogador foi anunciado pela time de Chapecó-SC, onde vai disputar o Brasileiro da Série B contra o Sampaio, por exemplo, clube que o revelou, mas pouco utilizou. À época Fernandinho deixou à Bolívia Querida por via judicial, embasado em atrasos salariais.

O jogador pertence ao Bahia e foi emprestado a Chapecoense até o fim do Brasileirão. Seu último clube foi o Joinville, também de Santa Catarina.

Veja também: Após sair do Sampaio na Justiça, Fernandinho brilha no Internacional e faz golaço

Detalhe: pela taxa de vitrine o Joinville vai levar 10% da negociação. E o Sampaio? Nada?

O ludovicense de 22 anos apesar da pouca idade já rodou o Brasil na base de grandes equipes. Destaque para a Ponte Preta, Internacional-RS e Bahia, clube que detém seus direitos econômicos.

Voa, moleque…

 

Futebol

Brasil x Alemanha: 7 a 1 será transmitido para todo país

Tem gente que gosta de relembrar grandes momentos, mas existem tipagens de personalidade que adora uma boa “sofrência”. Para estes senhores e senhoras a boa pedida é a transmissão do fatídico 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil na Copa do Mundo de 2014, em terras tupiniquins.

A transmissão será feita pelo SporTV, canal especializado em esportes do Grupo Globo, para todo o Brasil e alguns países do mundo. Pela internet será possível assistir em qualquer lugar no planeta, inclusive na Alemanha. Perdão… rs

Entretanto, diferente das transmissões que vem sendo feitas de jogos históricos aqui no Brasil, o 7 a 1 terá uma nova narração. Luiz Carlos Júnior terá a honra.

A exibição será neste domingo (31), às 19h (de Brasília). Pode aprontar a pipoca e comprar a cerveja – alemã de preferência. Diferente da “golada” que tomamos, BEBA COM MODERAÇÃO.

Futebol

Qual o futuro de Pimentinha?

Foto: Biaman Prado/O Estado

Em São Luís, o atacante Pimentinha aguarda o controle da pandemia para voltar aos treinos no Botafogo-PB onde tem contrato até o fim do ano de 2020. O jogador é sempre especulado no Sampaio e com a chegada de Léo Condé, com quem já trabalhou no próprio clube, no Paysandu e Botafogo-SP, o nome fica bem mais quente.

Em entrevista exclusiva ao Blog do Afonso Diniz, o atacante maranhense disse que não recebeu nenhum contato do Tricolor. Pimentinha conta que Condé também não o procurou: “Até agora não falou nada”.

Pimentinha fala que, por hora, aguarda ser chamado para reapresentação no Botafogo-PB.

“Então, até agora estou voltando pro Botafogo-PB. Tenho contrato lá até final do ano. Só esperando isso passar”.

No Botafogo-PB Pimentinha tem pela frente o reinício da Copa do Nordeste e do Campeonato Paraibano. O clube de João Pessoa disputa ainda o Brasileiro da Série C.

Futebol

Cruzeiro irá começar Série B com menos seis pontos

Adversário do Sampaio no Brasileirão, o Cruzeiro começará a Série B com seis pontos negativos. Nesta terça-feira (19), o clube foi comunicado pela Fifa da perda da pontuação na próxima competição nacional, devido ao não cumprimento da ordem de pagamento, emitida pela entidade em março deste ano, referente à dívida do clube com o Al Wahda, pelo empréstimo de seis meses do volante Denilson ainda em 2016.

Naquela temporada o jogador atuou apenas cinco vezes com a camisa cruzeirense e clube mineiro tinha até esta segunda-feira (18) para realizar o pagamento dos 850 mil euros ao Al Wahda, em valor que beira os R$ 5 milhões na cotação atual. O clube mineiro tentou negociar, através do superintendente jurídico, Kris Brettas, o parcelamento e até um adiamento diretamente com o clube dos Emirados Árabes, mas não obteve êxito.

Agora, o clube terá um novo prazo para realizar o pagamento da dívida com o Al Wahda. Se não cumprir o prazo, receberá uma nova punição da Fifa.

O clube mineiro afirmou que ainda não foi notificado da decisão da perda dos pontos, mas estava ciente da possível punição. Os dois candidatos à presidência, inclusive, foram notificados da situação, segundo o clube. CEO do Cruzeiro, Sandro González, explicou como estavam as negociações.

Futebol

Frota justifica desmanche no Sampaio: “Time fraco”

Foto: Lucas Almeida/L17 Comunicação

Depois das notícias adiantadas pelo Blog do Afonso Diniz e a série de rescisões serem oficializadas pelo Sampaio, o presidente do clube, Sérgio Frota, recebeu muitas críticas pelas redes sociais por parte de torcedores da Bolívia Querida. Em uma entrevista na Rádio Timbira, o mandatário tricolor justificou de maneira frontal o desmanche do elenco boliviano e disse que o elenco que montou para a temporada 2020 era “fraco”.

“Um time fraco! Um time que perde para o Águia Negra com uma folha de 60 mil? Um time que está há seis pontos do líder no Campeonato Maranhense tendo a folha o dobro? Eu vou respeitar certos jogadores, mas então isso prova que o time era fraco”, afirmou Frota sobre o elenco que montou para a disputa de todas essas competições em 2020.

Nas próximas horas o clube deve utilizar suas redes sociais para divulgar novas dispensas. O Blog do Afonso Diniz recebeu a informação que quatro atletas se recusaram a assinar rescisão. Até o fim desta semana o Sampaio deve encerrar todas as reuniões individuais que estão acontecendo para negociar rupturas contratuais.

Apesar de ainda não ter informado, o Sampaio já está fechando com novos atletas e alguns jogadores do elenco atual, tratado como “fraco” pelo próprio presidente Sérgio Frota, acertaram permanência no Tricolor com redução salarial e não tiveram contratos rescindidos. Vale lembrar que apesar da manutenção de alguns contratos, o clube tem atrelado as rescisões seletivas que faz a crise financeira causada pela pandemia do novo coronavírus.

Futebol

Primeiro país das Américas a retomar campeonato tem bola rolando nesta terça (19)

Durante a pandemia do novo coronavírus as confederações tem tomado decisões bem distintas. Enquanto algumas decidem pelo cancelamento ou finalização com a classficação atual, como Bélgica e Escócia, por exemplo, outras vão abrindo aos poucos as voltas de partidas sem público, como aconteceu na Alemanha e vai acontecer na Inglaterra. Nas Américas a bola voltará a rolar pela primeira vez na Costa Rica.

Duas partidas acontecem nesta terça-feira (19) pelo nacional do país da América Central. Depois, mais quatro jogos completam a rodada na quarta (20). Todos com portões fechados para o público e acesso restrito a jornalistas de canais de mídia com direitos de transmissão como medidas de prevenção durante a pandemia do novo coronavírus.

Os times estão treinando desde 1º de maio. Na etapa inicial, as atividades foram em grupos de sete jogadores. Nos últimos dias, coletivos irrestritos liberados.

Seis estádios foram autorizados a receber jogos depois de inspeção de protocolos de segurança contra o coronavírus: Fello Meza, Allen Riggioni, Cuty Monge, Carlos Ugalde, Ricardo Saprissa e Eladio Rosabal Cordero. Faltam sete rodadas para o fim da temporada regular, prevista para acabar na segunda semana de junho. Em seguida, quatro dos 12 times participantes disputam a fase final pelo título.

O país de cerca de cinco milhões de habitantes só tinha registrado 10 mortes pelo covid-19 até domingo passado, entre os 863 infectados dos 20.115 testados. São 17 os pacientes hospitalizados, três em UTIs, todos com idade entre 45 e 87 anos. Os dados são do Ministério da Saúde da Costa Rica.

Nas Américas, só a Nicarágua não interrompeu seu campeonato nacional durante a pandemia e até o finalizou. O Real Estelí foi campeão no domingo retrasado.

Futebol

CBF revela que algumas federações querem cancelamento dos estaduais

Por conta da indefinição do futebol várias possibilidades são levantas a respeito dos estaduais. Tem gente que fala em retomar assim que o futebol for liberado, outros preferem que esse tipo de competição seja realizada apenas depois do Brasileiro e há aqueles que chegam a defender que os estaduais 2020 sejam cancelados. Recentemente, o próprio GloboEsporte.com fez uma enquete e a opção de encerrar o Maranhense foi a mais votada.

No Maranhão, entretanto, a FMF já se pronunciou sobre o assunto e se mostrou irredutível. De acordo com o presidente da FMF, Antônio Américo, o Maranhense irá acontecer assim que o futebol retorne, antes ou simultaneamente ao Brasileiro.

 

Entretanto, o Secretário-geral da CBF, Walter Feldman, revelou que algumas federações estão tetando o apoio da entidade nacional para o cancelamento. Feldman lembrou das vagas que os Estaduais oferecem como principal dificuldade para isso acontecer.

“Nós vamos ajudar, orientar, mas existe uma realidade cuja deliberação deve se dar no plano estadual. Alguns, inclusive, pensam em cancelar os campeonatos. Para nós seria um problema, à medida em que os campeonatos estaduais têm uma incidência particularmente na Série D. Queremos que isso seja feito em processo de conexão, de sequência, e estamos orientando no sentido de que nenhum campeonato seja cancelado. Mas evidentemente vai ser uma deliberação de cada federação”, disse Walter Feldman em uma entrevista no SporTV.

Futebol

Brasil é candidato a receber Copa do Mundo 2023

A Fifa anunciou nesta sexta-feira (15) que, em razão da pandemia de coronavírus, precisou adiar para 25 de junho a escolha da sede da Copa do Mundo feminina de 2023. Com o Brasil entre os concorrentes finais, a entidade coloca que o encontro do conselho não será mais em Addis Ababa, capital da Etiópia, e sim de forma online para a tomada da decisão. Inicialmente, a votação ocorreria no começo de junho.

Além da candidatura enviada pela CBF, concorrem também Colômbia, Japão e a candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia. Todas as propostas que avançaram à última etapa serão apresentadas ao Conselho da Fifa em um processo de votação aberta, no qual o resultado de cada votação e os votos relacionados pelos membros será tornado público no FIFA.com.

O objetivo da entidade é deixar bem claro o processo de escolha. A próxima Copa do Mundo terá uma novidade: terá 32 seleções e não mais 24 como a edição anterior na França.

Futebol

‘Operários da bola’ estão esquecidos pela CBF

Desde que a pandemia do novo coronavírus explodiu no Brasil, com toda razão, a bola deixou de rolar e assim deve seguir, como trouxemos no post anterior, pelo menos até o fim desse semestre. Neste prisma, assim como diversas áreas tem sofrido economicamente por conta das atividades suspensas, no futebol não vem sendo diferente.

Antes de qualquer debate e discussão do que pode ser feito com os ‘operários da bola’, é preciso que se sublinhe que o futebol é uma vertente econômica privada e assim deve ser tratada. Auxílios estatais são bem-vindos em todo eixo que é movido pela bola, mas que façamos essa desassociação. Outrossim, não esqueçamos que existem algumas entidades governamentais que tem contrato de patrocínio com clubes, federações e até competições e isto está em outro contexto. Neste caso não teríamos um auxílio e sim uma conexão publicitária em que temos uma via de mão dupla entre investimento e serviço. Não é auxílio e, portanto, como toda prestação de serviço deve ser cobrada sobre a face de cláusulas contratuais. É o caso do governo do Maranhão junto ao Campeonato Maranhense, por exemplo. Se existe uma publicidade feita que seja cobrada. Ninguém está ajudando ninguém. É trabalho.

Aliás, por falar em cobrança não esqueçamos que, apesar da paralisação do futebol, existem contratos a serem cumpridos e os clubes que tem compromisso com trabalhadores precisam cumprir, se necessário até judicialmente. Não podemos anistiar essas entidades e simplesmente lavar às mãos devido ao caos financeiro. É redundante, mas é valido repetir que afeta todas as áreas e não só o mundo da bola. O futebol não é uma bolha.

O que podemos pensar é ferramentas para auxiliar os clubes e consequentemente o trabalhador do futebol, que excetuando uma pequena parcela, não se encaixar nos grandes salários. Com essa crise sem precedentes precisamos ir além a qualquer tipo de serviço prestado, patrocínio, cotas ou publicidade. Aqui sim o que cabe é um auxílio. É hora de ajudar os ‘operários da bola’.

E, neste panorama, o CNPJ a ser cobrado é somente um: o da CBF. É inadmissível uma empresa lucrar tanto com um produto, com pessoas e não fazer o necessário para tentar fazer com que esses seus operários possam simplesmente comer em um momento de pandemia – o termo é usado pela contaminação mundial da doença, mas parece que as pessoas ainda não entenderam. Sim, chegamos a esse ponto. A esmola que foi dada a clubes de Série C e D não compreende nem de perto o tamanho do buraco que vive o futebol brasileiro.

Por pressão e, infelizmente, após catástrofes – como a da Chapecoense -, a Confederação Brasileira de Futebol tem uma ferramenta onde registra atletas e agora treinadores, o tal BID. Por lá ela tem a mínima noção de quantos de seus operários estão sem alegria na mesa.

Avante disso, uma série de pessoas que não tem a ‘fotinha’ bonita por lá. Como massagistas, auxiliares da diversas áreas, gandulas, roupeiros, jardineiros e por aí vai… Fora os profissionais indiretos que foram atingidos e quero crer que eles vão conseguir superar as filas na Caixa para receber seus 600 reais, afinal, são informais.

Mas e os empregos diretos? A CBF e as Federações vão mesmo deixar seus filiados na mão? As pessoas de média e baixa renda estão devidamente cadastradas e participam efetivamente das competições a qual a entidade máxima do futebol brasileiro comanda. Será que a CBF não tem ou não quer ter acesso a essas pessoas?

Existe cofre suficiente nesta entidade e nas próprias federações para alcançar auxílios a trabalhadores que Deus sabe como estão comendo nesse momento tão difícil. Já ouvi falar em algumas cestas básicas, mas, todos nós sabemos que medidas paliativas como essas estão longe de ser suficiente. Sem contar que além de todas as cifras contadas nos cofres da gestora nacional ainda é possível buscar no setor privado reforço para ajudar a quem vive do lado de fora das grandes reuniões do futebol.

Conheço realidade de pessoas que estão se reinventando de todo jeito para sobreviver ao esquecimento de quem bebeu de seu suor. Será que a CBF ainda seguirá fechando os olhos para os operários da bola? Custo acreditar que alguém irá tirar essa venda. Afinal, nos porões de um navio luxuoso ninguém assiste o suor de quem verdadeiramente faz a bola se mover…

Futebol

Governo federal e CBF pressionam, mas futebol não voltará neste semestre

Quem vive no meio do futebol conta todos os dias e noites para a bola voltar a rolar. A abstinência da rotina tem sido bem difícil para superar neste tempos de quarentena. Entretanto, quem tem o mínimo de bom senso sabe o que verdadeiramente tem que ser prioridade neste momento.

No Brasil e no Maranhão estamos em pleno pior momento da pandemia do novo coronavírus e a curva de casos e de mortes segue em vertiginosa ascendente. Estamos empilhando mortos de conterrâneos e compatriotas. Porém, para muita gente fantasiada como um lobo em pele de cordeiro com a bandeira do Brasil, são apenas números – e poucos.

Neste panorama, existe uma grande pressão por parte do governo federal para tentar recomeçar o futebol a qualquer custo e de qualquer jeito. Ignorando toda essa sangria e a ciência, a comando do governo federal a CBF tem pressionado clubes e federações para a volta dos jogos.

É tanto que chegaram a reunir com as federações para tal. O positivo é que algumas foram absolutamente contra, inclusive a FMF. Neste contexto, uma discussão nacional entre as principais áreas do país afeta diretamente o futebol e vem sendo carta na manga para que não façam a bola sangrar mais ainda.

Ocorre que o Supremo Tribunal Federal decidiu desde o mês passado que, além do governo federal, os governos estaduais e municipais têm poder para determinar regras de isolamento, quarentena e restrição de transporte e trânsito em rodovias em razão da epidemia do coronavírus. Isso quer dizer que mesmo com as decisões do governo federal indo de encontro ao isolamento social, cabe aos governadores e prefeitos a decisão sobre o que será ou não permitido neste tempos de regime pandêmico.

Um exemplo recente foi a inclusão das atividades de salões de beleza, barbearias e academias de esportes na lista de “serviços essenciais”. Governos de 17 estados e do Distrito Federal (DF) se posicionaram contra e não vão aplicá-las em seus domínios.

No futebol o raciocínio é o mesmo. Apesar de possíveis decisões nacionais, existirão estados que não terão atividades esportivas liberadas através de decreto. E, como agravante, ainda existe o fato de a maioria dos estádios pelo Brasil serem estaduais ou municipais, caso emblemático inclusive do Maranhão.

Ou seja, considerando a palavra das principais autoridades de saúde e, entendendo que maio e junho será o pior momento da pandemia no Brasil, será totalmente inviável inclusive politicamente o retorno do futebol. Se tudo correr bem e as pessoas entenderem que o remédio atual e científico para esta doença maldita é o isolamento social, aí sim, em julho ou agosto podemos a voltar a falar do assunto…